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Amar e adoçar.










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“No fundo, mesmo lendo tanto, pensando tanto e filosofando tanto, a gente gosta mesmo é de quem é simples e feliz. A gente não se apaixona por quem vive reclamando e amassando jornais contra a parede. A gente se apaixona por esses tipinhos banais que vivem rindo. E a gente se pergunta: que é que ele tem que brilha tanto? Que é que ele tem que quando chega ofusca todo o resto?”

Tati Bernardi (via viversentiramar)

(Source: amoremdoseselevadas, via leticiafernandesm)



“Tudo que parece meio bobo é sempre muito bonito, porque não tem complicação. Coisa simples é lindo. E existe muito pouco.”

Caio Fernando Abreu.  (via vivervivendo)

(Source: c-l-a-r-e-a-r, via desapegar-se)



“Não dá pra ligar pro desgraçado e dizer: ei, tô sofrendo aqui, vamos parar com essa estupidez de não me amar e vir logo resolver meu problema?”

Tati Bernardi   (via c-a-n-t-o-s)

(Source: horadesonhar, via desapegar-se)



“Se durmo sorrindo, as paredes todas sabem que é você.”

Camila Costa.  (via viel-liebe)

(Source: camilacosta, via desapegar-se)



“A gente se vê, não se vê? Por mais que a vida dê voltas, que as coisas mudem, as palavras acabem silenciadas e o próprio silêncio nos atrapalhe demais, a gente se vê. O mundo não é tão grande assim que não nos apronte uns esbarrões bonitos por essas ruas.”

Camila Costa. (via camilacosta)



(Source: escritor-ignorado, via amigocordial)



“Ontem tomei um táxi e me distraí tanto olhando pela janela, que no meio do caminho estendi a mão para o banco vazio do lado querendo pegar tua mão. Tô com saudade.”

Caio Fernando Abreu (via quesejadoce-sempre)

(Source: cerimoniais, via quesejadoce-sempre)

(Source: camillacmaciel)






“Foram muitos os cigarros que passaram pelo meu pulmão, as cervejas deixadas pelas metades em festas improvisadas e as linguas indesejáveis que chupei. Foram muitas as cinturas curvilíneas que sua mão tocou e as garrafas secadas de whisky que sua garganta engoliu. Foram muitos os orgasmos, seja por masturbação ou por sexo amante, que nós dois sentimos. Enquanto estivemos fora. Fora de casa, da nossa casa. Foi uma festa boa, divertida, impura. Mas, nos cansamos. Eu cansei de ter que sentir o perfume de homem canalha em pescoços alheios e você se cansou de ter que apertar bundas que só te passavam tesão. E, voltamos. A festa foi boa, galera, mas chega. Eu quero sentir o cheiro da nuca do cara que eu faço sentir amor quando aperta minha bunda. A festa foi boa, galera, mas agora é hora de voltar para casa. Voltamos. Te estapeei, e você me olhou com ódio no olhar. Depois, nos quisemos de novo. Nos quisemos no momento em que assumimos para nosso subconsciente de que:
“Tá, eu bebi, transei, gozei e vomitei. Ele também. Mas, eu o amo. Fim.”
Voltamos. Porque, festa nenhuma vale mais do que nossos pés juntinhos. E corações também.”

Yasmin Diniz, in Depois da ressaca.   (via aluguefelicidade)

(Source: caminhaodegas, via florapaulita)



“Se você quer ser feliz, terá que aprender a ignorar muita coisa.”

Renato Russo    (via em-palavras)

(Source: c-a-n-a-r-i-o, via desapegar-se)